Crianças, Cuidado!

Crianças, Cuidado!
Amor de mãe, amor de irmãos

quarta-feira, 22 de junho de 2016

RELATO DE PARTO: SARA, baby #3. Meu terceiro parto domiciliar planejado

Resolvi escrever os relatos dos meus partos. Vou começar pelo último...


Era a data (im)provável do parto. Quarenta semanas exatas. Na manhã do dia 29 de outubro de 2015, descemos a família toda para brincar em baixo do bloco. Encontramos coleguinhas das crianças e tudo mais. Conhecidos e amigos perguntavam quando Sara iria nascer. Eu dizia que já estava valendo. Dizia isso desde as trinta e sete semanas.
Eu sentia as contrações como nunca havia sentido: bem tranquilamente. Foi um processo tão, mas tão (não tenho nem palavras) talvez, tão “respirado”, que nem sei se aquilo era um trabalho de parto. Já fazia um tempo que eu sentia esse processo respirado, um mês mais ou menos.
Nessa manhã do dia 29 ficamos um bom tempo lá em baixo, quando... percebi que era melhor subir, rs. Enquanto eu atravessava o bloco (nosso bloco é colado a outro bloco e estávamos na ponta oposta à nossa portaria), sentia as contrações avançando e cada vez me imobilizando mais, mas não eram nem de longe as contrações surreais que senti nos meus partos anteriores. Sentia também meu corpo se abrindo. Se abria lindamente, respiradamente. Meu corpo passava por um processo intenso, mas não avassalador como em experiência anterior.
Nesse trajeto - super mega lento - em que eu parava e respirava a cada contração, as pessoas que passavam (vizinhos, porteiros e transeuntes), preocupadas me perguntavam: “Você está bem? ”; “Cadê seu marido?”; “Quer que eu ligue para o médico?”; “Quer que eu te leve para o hospital?”. Se admiravam quando eu apontava para meu marido: “Ele está ali brincando com as crianças”.
Me perguntavam mais de uma vez. Parece que paravam e sentiam a contração junto comigo, respiravam também. Me pergunto o que será que deveria estar passando na cabeça das pessoas. De qualquer forma nesse dia, nesse momento, eu não iria ficar me explicando para alguém. Explicando sobre nosso parto domiciliar planejado. Eu queria fluência, suavidade e amor transbordando. Precisava da união da nossa família, da proteção dos anjos, do olhar de Nossa Senhora e da graça de Deus. Ah, sim, mais uma coisa também: água morninha!
Enfim, consegui atravessar o bloco naquela odisseia sem fim de contrações paralisantes, porém não doloridas e aberturas corporais respiradas. Cheguei em casa, resolvi deitar, ligar para parteira. Não lembro os horários em que as coisas iam acontecendo, só sei que aconteciam... Só sei que foi assim... Depois que entrei no apartamento e relaxei, as contrações foram ficando mais espaçadas e menos intensas. Daí pensei que dê certo a bebê iria ficar mais uma ou duas semanas dentro do forninho, como fora com seus irmãos. Nesse tempo, as crianças foram para escola, a parteira e sua assistente chegaram depois e as coisas ficaram relativamente tranquilas.
Meu marido encheu de ar a piscina inflável própria para o parto. O meu processo não parou, continuava, mas bem suave. Sem partolândia. Parteira, assistente, doula e marido apostavam que o parto iria rolar sim, em algum momento... Mas quando? Bom eu apostei que iria ser na madrugada, afinal meus partos anteriores foram na madrugada. Era de tarde, depois de um bom tempo de convivência aqui em casa, parteira e assistente descem para conversar e me deixar um pouco a sós com meu marido. A doula também ficou. Começamos a ajeitar algumas coisinhas do bebê...
Tínhamos decido encher a piscina de água quente apenas quando o processo estivesse mais avançado. Eu queria que a neném nascesse na água, mais do que ficar durante o trabalho de parto na água. E a água deveria estar morninha. Então retardamos o enchimento da piscina. Foi quando estávamos relembrando uma amarração de fralda de pano que eu senti uma contração forte e dolorosa. Foi engraçado, pois eu estava falando e de repente meu tom de voz mudou. Lembro que Daniel e Fernanda doula sorriram. Eu me senti um outro ser, ou melhor senti que eles não eram mais da minha espécie (espécie mãe parindo agora, é um outro ser, kkk). Aí eu tive certeza: Tá vindo!
Iupi! Rápido, liga pra Ritta e pra Dawn subirem. Rápido amor enche a piscina de água quente! Estávamos no quarto vendo a questão da fralda, a piscina estava na sala. Que trajetória até lá! Odisseia também. Uhu! Cheguei! Me apoiei na mesa da sala e não conseguia mais sair. As contrações eram doloridas, e eu estava ali de pé as sentindo. Que maravilha. A piscina estava a alguns passos e eu não conseguia mais me mover. Fiquei um tempo ali e senti vontade de fazer xixi. Na hora eu cogitei ir ao banheiro, mas não conseguia me mexer. Falei que queria fazer xixi e logo trouxeram os panos de chão novinhos comprados para o parto. Pensei que era desperdício - olha só o pensamento bobo. Tinha uns cinquenta panos de chão novos lá em casa só para esse dia. Enfim depois de alguns segundos relutando, fiz xixi no pano de chão novo, em pé. Melhor fazer ali, que na piscina, pensei. E eu ia entrar naquela piscina e minha bebê nascer lá!!!
Perguntei em voz alta: “E se eu fizer xixi na piscina do parto na hora do parto?” E Ritta responde: “Não tem problema querida você pode fazer”. Sempre acolhedora em seus comentários, Ritta falava que eu podia fazer o que eu quisesse, e me perguntou o que eu queria fazer. Que pergunta forte. Mexia comigo, pois por um lado eu queria responder quero descansar, para tudo. Por outro lado, quero parir meu bebê, pegá-lo em meus braços. Mas se for pensar direito não são respostas antagônicas, mas complementares... Isso tudo eu pensei, não falei na hora.
Bom, não sei ao certo o que ela falou depois, mas sei que explicou que o que eu fizesse, o que saísse de mim, naquele momento não iria fazer mal para o bebê. Não iria ser sujeira. Me deu segurança e tranquilidade para eu poder expelir meus líquidos. Líquidos do parto. Só sei que foi assim. A bolsa estourou nesse momento, eu em pé mesmo, a alguns passos da piscina.
Logo que pude, entrei na piscina, com ajuda da parteira e meu marido.
NOSSA! Nunca a sensação da água quente no meu corpo foi tão boa. Eu pensava e falava alto: Toda mulher, toda grávida merece essa sensação. Foi tão bom que eu queria ficar ali e não sentir mais contração. E pior que foi isso que aconteceu, deu uma desacelerada no processo. Mas não minguou por completo, eu sentia ainda as contrações. Era intenso, mas não era alucinante como havia sido em partos passados.
            Bom, depois de um tempo respirando, trocando carinhos com meu marido (ele não entrou na piscina pois estava enchendo a piscina junto com a assistente) a parteira fala para mim: “Valéria, quando a contração vier, quando você quiser, sentir o momento, pode fazer força”. Fiquei perplexa, será? - eu estava retardando ao máximo fazer força, pois na trabalho de parto do meu primeiro filho fiz força num momento errado, bem no início do trabalho de parto (o motivo vou redigir no relato de parto do João). 
           Foi então esperei a contração vir. Fiz força e ela disse: “Segura seu bebê que a cabeça já saiu”.  Não acreditei. Eu estava na posição de quatro bases e não consegui me organizar para aparar o bebê (tinha conversado previamente com a parteira que esse era o meu desejo). Daniel veio por trás e na segunda ou terceira força que fiz a bebê nasceu por completo. Na água como havíamos planejado. Incrível, logo ele a passou para mim. A parteira orientou para ter cuidado pois o cordão umbilical era curto. Que felicidade. Ah sim, eram 18h20, a assistente da parteira lembrou de ver as horas.






            Ficamos ali namorando o bebê que acabara de nascer. Sara, nasceu linda, rosa. Com 3, 565kg. Logo, fui transferida, para o colchão improvisado ali ao lado. Sim, Daniel e parteira me retiraram da piscina no colo. Para ser mais exata, nos colocaram no colchão, eu e minha pequena que estava agarradinha comigo. Não que eu não pudesse me mover, mas que a parteira fazia questão de me tratar muito, muito bem, desde sempre. Tudo o que eu precisasse: água, comida, massagem, palavras, etc. estava ali, próximo e rápido. Eu não faria mais esforço algum aquele dia, apenas cuidar da minha bebê, amamentá-la.
E, nesse colchão dei mamá para Sara e a placenta nasceu. Passado o tempo, Daniel cortou o cordão umbilical as crianças chegaram da escola (a doula tinha ido buscar). João perguntou: “Já saiu?” Ele estava na expectativa de ver a irmã nascer, tínhamos nos preparando para isso, lido o lindo livro da Naoli e visto seu vídeo de parto. João e Cecília não estavam presentes no momento exato do nascimento mas chegaram a tempo de ver a placenta, já estava no pote de sorvete. A examinaram acharam interessante. Chegaram a tempo de ver a piscina cheia de água com um pouco de sangue. Chegaram a tempo de sentir o cheiro de ocitocina no ar. Chegaram a tempo de ver o primeiro mamá da irmãzinha.  


Foto Família Pós -Parto Domiciliar. As crianças já tinham tomado banho (querida doula cuidou disso).

Manhãzinha do dia seguinte do parto. Acima João segurando a irmãzinha. 
Abaixo Cecília segurando a irmãzinha, instruída por João.

E foi tudo certo, graças a Deus. A equipe e família jantavam macarronada feita pelo meu marido e eu amamentava. Também comi, claro. Já era noite, equipe do parto foi embora, eu fui para o quarto com a bebê e meu marido. As crianças já dormiam no quarto delas.  Fomos todos dormir. Dormir com mais um integrante da família ali. Tudo tranquilo. Obrigada Senhor! Era sim um parto de filme, como está na moda, como muitos eu assisti e que me auxiliaram no meu parto.  Dessa vez não filmamos, apostei no meu recolhimento, introspecção e vivência em família.
Quando me perguntam quanto tempo durou esse trabalho de parto não sei responder. Dependendo do ponto de vista, talvez um mês, talvez quinze minutos. Pois foi direto desse processo respirado para o expulsivo que nem sei dizer quanto minutos durou. Só sei que por um lado o expulsivo foi rápido, muito rápido, e, por outro, o processo de respiração e abertura do corpo e contrações foi muito lento, suave.
No dia seguinte a vovó já estava lá em casa paparicando mais um netinho.




Agradeço a Deus pela vida, a meu marido pelo apoio incondicional, toda equipe do parto, todas as mães que compartilharam suas experiências e que me auxiliaram a desejar esse parto. 

Para quem tiver interesse esse é o link para vídeo no youtube do parto de Naoli Vinaver:
https://www.youtube.com/watch?v=nOBhIC55kEA
E o livro de Naoli que li com as crianças (cheio de ilustrações belíssimas) se chama:
Nasce um bebê naturalmente


quinta-feira, 16 de junho de 2016

Bebê de Casa





Meu bebê nasceu em casa deixando os dias mais bonitos e as noites ensolaradas (bis)

Lembro de tudo e não lembro nada, eu senti tudo e não sinto nada, dia que tanto o tempo correu que parou.

Parou no sul, dissipou meu norte, vento do leste bateu tão forte, que o oeste inteiro ouviu e abençoou.

Não acredito no que sucedeu, nova criaturinha nasceu, muito amor que Deus me deu, pedaço meu.

Simples mais simples não tem igual, meu bem-te-vi espanta o mal, meu beija-flor, minha linda flor, meu amor.

De Valéria Lehmann

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

O Terceiro Filho





O TERCEIRO FILHO

O terceiro filho é livre e liberta
É a fluidez, um querer melhor
É o amor pelo pai e o amor pelos irmãos
Ele vem reescrever a história dos outros filhos
Vem quebrar com certa polaridade entre dois irmãos
Distribuir melhor as expectativas dos pais
Ele é o último filho ou a chamada e a abertura pro quarto, quinto, sexto filho
É sair do lugar comum
O terceiro filho é mais facilmente criado para a vida, para o mundo, entregue a Deus.
O último filho, em diversas passagens das Sagradas Escrituras, é o filho a ser escolhido por Deus para seguir Seus caminhos (o primeiro já fora escolhido pela sociedade).
O terceiro filho me faz pensar bastante no primeiro e no segundo, a me alegrar e a chorar por eles.
É o aprendiz e o aprender dos mais velhos
A regressão e o salto de aprendizagem dos irmãos
O terceiro filho nasce numa família mais estruturada e com rotina
É o meu desapego
É o me organizar melhor
É o certificado de super pai e super avó
É mais uma face de mim revelada
É a certeza da escola pública e da luta por ela
É o carro cheio e funcionando de verdade
O terceiro filho é um mimo
É presente
É o Amor ao Cubo


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

CARRINHO DUPLO SALVA

Faz um tempão que não escrevo aqui por estar organizando o projeto Roda de Vivências: http://www.rodadevivencias1.blogspot.com.br/
Tem uma fileira de reflexões que quero postar. Aos poucos vai...

Anteriormente postei o "Wrap Sling Salva" agora é a vez de homenagear o Carrinho Duplo.
Merecida homenagem. Sim. Agora que Ceci cresceu um tiquinho mais e João quer fazer tudo o que a irmã faz, o carrinho duplo foi a salvação. Principalmente porque passeio só com dois bebês (quase gêmeos, rs) nos dias de semana.

Nos finais de semana nas saídas com o maridão, família e amigos também salva. Além de carregar os dois, carrega a parefernalha toda. Roupas, fraldas, brinquedos, comidas... Carrega também as parefernalhas dos pais: bolsas, instrumentos musicais, casacos, celular, chaves...

E o melhor: os dois pequenos dormem no carrinho, que deita. Assim dá até pra curtir outras coisas, comer sossegada enquanto eles dormem. Praticamente uma cama móvel que dá pra colocar pertinho da gente, na sombra, longe do barulho...

Só cuidamos para ser um mais compacto para passar nas portas. Facilitou a vida também ter um carro doblo. O porta malas é imenso e o carrinho entra inteiro, sem precisar dobrar nem tirar as coisas de dentro e penduradas.

Esses dias fui ao zoológico com só com os dois. Foi um dia divertido demais. No final estava morta de cansada. E eles também. Voltei com os dois no carrinho e eles dormiram feito anjinhos lá dentro. Quase que pude sentar e almoçar tranquila!!! Se não fosse um sujeito que começou a gritar na mesa ao lado (era um guarda do zoo que estava fazendo brincadeira com o pipoqueiro lá do outro lado da rua). Sempre tem alguém sem noção.

Deviam ensinar nas escolas que se deve ter cuidado e delicadeza ao ver crianças dormindo no carrinho e uma mãe tentando almoçar.... ehehhehe

Eis uma fotinho do dia:



quinta-feira, 25 de julho de 2013

SONHO MEU: CASA DO MUNDO



Quero construir/ter/oferecer/desenvolver um ‘lugar’.
Está difícil classificar o que seria, mas é um pouco e também bastante diferente de uma escola, centro artístico, casa, parque.

Bom, vou tentar explicar:
Pode se chamar ESPAÇO VIVENCIAL CASA DO MUNDO. Uma proposta que visa reunir mães, pais, artistas, educadores e pessoas interessadas na criação e educação do ser humano. Esse espaço seria um lugar destinado ao descanso, lazer e desenvolvimento de atividades criativas humanas. O descanso e o lazer entendidos como aspectos essenciais para uma boa qualidade de vida do indivíduo e as atividades criativas como meios de comunicação inseparáveis da condição humana.

Esse projeto compreenderia o fenômeno da aprendizagem em todas as instancias da vida e trabalharia em especial com a observação e prática das artes, contemplação da natureza, reflexão sobre a vivência individual e coletiva no mundo. Assim a proposta integraria seres humanos tendo como principais aliados a dança, a música, a culinária – todas essas práticas vivenciadas com ênfase na experimentação – além da vivência na natureza.

O ESPAÇO VIVENCIAL CASA DO MUNDO poderia ser encarado como:

- Um lugar para ensaios e encontros de educadores, pensadores, artistas e grupos, famílias. Um lugar propício para vivenciar práticas culturais, ensaiar, participar das práticas junto a seus filhos e demais crianças.

- Um lugar interessante para o contra turno escolar (ou quem sabe, a própria ‘escola’). Nesse contexto os pais são incentivados a ficarem com seus filhos que poderão circular livremente no espaço, a partir da sua necessidade física e/ou interesse por alguma atividade.

Como já mencionado, o objetivo do projeto seria proporcionar a criança, jovem e adulto um espaço de descanso e lazer além de vivências culturais e educacionais abrangentes. Seria um serviço de qualidade para população que busca melhor qualidade de vida. Tudo isso através dos encontros de diferentes idades, desenvolvendo atividades criativas com indivíduos e grupos e ainda formando pessoas capacitadas para monitoramento das salas de atividades.


ESPAÇO
Grande área verde.  Lembrando as universidades e parques da cidade.
Ao centro módulos/salas... Grandes salas, algumas de vidro, e, espaços encobertos.


MÓDULO
DESCRIÇÃO
1.
Alimentação
Dois ambientes: Onde se prepara a comida e onde se come. Cozinha e grande mesa.
2.
Sono
Ambiente tranquilo, silencioso, com pouca luminosidade equipado de com colchões, almofadas, redes, tapetes de borracha.
3.
Banhos
Espaços voltados a higiene pessoal, estética, banhos e massagens.
4.
Corpo
Três salas: Uma para ensaios de grupos artísticos (dança/teatro), outra sala para aulas e experimentações corpo-movimento das crianças, jovens e adultos (podendo ter ou não um orientador ou atividade programada), uma sala para meditação.
4.
Música
Três Salas: uma para ensaio de grupos (mini-estúdio)
5.
Ateliê

6.
Biblioteca

7.
Brinquedoteca

8.
Terra
Área Verde, ciclovia, horta, viveiro, parquinhos, animais?
9.
Palco/Auditório
Espaço reservado para o diálogo, troca de experiências, apresentações, debates e palestras

Cada módulo teria um coordenador e colaboradores/instrutores – pessoas que possam a observar, ajudar, estarem presentes.

 REFERÊNCIAS/POSSÍVEIS COLABORADORES

Projetos e Ideias Inspiradoras:
- Fundação Casa Grande (http://www.fundacaocasagrande.org.br/);
- Música para Crianças (musicalizacaoinfantilunb.blogspot.com.br)
- Escola da Ponte
- Ecovila
- Comunidades de Prática


- Ana Thomaz (desescolarização) http://www.youtube.com/watch?v=QveTf5DekIo
- Filme: Educação Proibida
- http://www.inctinclusao.com.br/encontro-de-saberes/encontro-de-saberes
- Educação Ativa
- Educação Domiciliar

Espaços Inspiradores:
- Clube Amygo,
- Parque Olhos d´água,
- Campus UnB

Livros e Textos Inspiradores:
- Ócio Criativo (Domenico de Masi)
- Seu Zé, Qual a sua didática? (Valéria Lehmann)

ETC. ETC. ETC.

TUDO EM CONSTRUÇÃO...

agora é por pra frente o RODADEVIVÊNCIAS...